A adaptação rotineira tornou-se a principal resposta social à violência. Entre as mudanças mais drásticas estão, 36,5% dos brasileiros mudaram seus trajetos habituais e 35,6% deixaram de sair à noite. Ainda, de acordo com informações do relatório, o país vive sob um cálculo permanente de autoproteção, mas esse custo social é distribuído de forma desigual: mulheres e cidadãos das classes D/E enfrentam um medo mais intenso e abrangente.A adaptação rotineira tornou-se a principal resposta social à violência. Entre as mudanças mais drásticas estão, 36,5% dos brasileiros mudaram seus trajetos habituais e 35,6% deixaram de sair à noite. Ainda, de acordo com informações do relatório, o país vive sob um cálculo permanente de autoproteção, mas esse custo social é distribuído de forma desigual: mulheres e cidadãos das classes D/E enfrentam um medo mais intenso e abrangente.A adaptação rotineira tornou-se a principal resposta social à violência. Entre as mudanças mais drásticas estão, 36,5% dos brasileiros mudaram seus trajetos habituais e 35,6% deixaram de sair à noite. Ainda, de acordo com informações do relatório, o país vive sob um cálculo permanente de autoproteção, mas esse custo social é distribuído de forma desigual: mulheres e cidadãos das classes D/E enfrentam um medo mais intenso e abrangente.
A adaptação rotineira tornou-se a principal resposta social à violência. Entre as mudanças mais drásticas estão, 36,5% dos brasileiros mudaram seus trajetos habituais e 35,6% deixaram de sair à noite. Ainda, de acordo com informações do relatório, o país vive sob um cálculo permanente de autoproteção, mas esse custo social é distribuído de forma desigual: mulheres e cidadãos das classes D/E enfrentam um medo mais intenso e abrangente.
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