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Segurança em Foco

Medo da violência altera a rotina de 57% dos brasileiros e afeta mais mulheres, aponta pesquisa

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Ouça entrevista com o coordenador temático do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Leonardo Silva

Publicado em 14 de Maio de 2026 às 14:22

A adaptação rotineira tornou-se a principal resposta social à violência. Entre as mudanças mais drásticas estão, 36,5% dos brasileiros mudaram seus trajetos habituais e 35,6% deixaram de sair à noite. Ainda, de acordo com informações do relatório, o país vive sob um cálculo permanente de autoproteção, mas esse custo social é distribuído de forma desigual: mulheres e cidadãos das classes D/E enfrentam um medo mais intenso e abrangente.A adaptação rotineira tornou-se a principal resposta social à violência. Entre as mudanças mais drásticas estão, 36,5% dos brasileiros mudaram seus trajetos habituais e 35,6% deixaram de sair à noite. Ainda, de acordo com informações do relatório, o país vive sob um cálculo permanente de autoproteção, mas esse custo social é distribuído de forma desigual: mulheres e cidadãos das classes D/E enfrentam um medo mais intenso e abrangente.A adaptação rotineira tornou-se a principal resposta social à violência. Entre as mudanças mais drásticas estão, 36,5% dos brasileiros mudaram seus trajetos habituais e 35,6% deixaram de sair à noite. Ainda, de acordo com informações do relatório, o país vive sob um cálculo permanente de autoproteção, mas esse custo social é distribuído de forma desigual: mulheres e cidadãos das classes D/E enfrentam um medo mais intenso e abrangente.


A adaptação rotineira tornou-se a principal resposta social à violência. Entre as mudanças mais drásticas estão, 36,5% dos brasileiros mudaram seus trajetos habituais e 35,6% deixaram de sair à noite. Ainda, de acordo com informações do relatório, o país vive sob um cálculo permanente de autoproteção, mas esse custo social é distribuído de forma desigual: mulheres e cidadãos das classes D/E enfrentam um medo mais intenso e abrangente.


A adaptação rotineira tornou-se a principal resposta social à violência. Entre as mudanças mais drásticas estão, 36,5% dos brasileiros mudaram seus trajetos habituais e 35,6% deixaram de sair à noite. Ainda, de acordo com informações do relatório, o país vive sob um cálculo permanente de autoproteção, mas esse custo social é distribuído de forma desigual: mulheres e cidadãos das classes D/E enfrentam um medo mais intenso e abrangente.



A adaptação rotineira tornou-se a principal resposta social à violência. Entre as mudanças mais drásticas estão, 36,5% dos brasileiros mudaram seus trajetos habituais e 35,6% deixaram de sair à noite. Ainda, de acordo com informações do relatório, o país vive sob um cálculo permanente de autoproteção, mas esse custo social é distribuído de forma desigual: mulheres e cidadãos das classes D/E enfrentam um medo mais intenso e abrangente.A adaptação rotineira tornou-se a principal resposta social à violência. Entre as mudanças mais drásticas estão, 36,5% dos brasileiros mudaram seus trajetos habituais e 35,6% deixaram de sair à noite. Ainda, de acordo com informações do relatório, o país vive sob um cálculo permanente de autoproteção, mas esse custo social é distribuído de forma desigual: mulheres e cidadãos das classes D/E enfrentam um medo mais intenso e abrangente.A adaptação rotineira tornou-se a principal resposta social à violência. Entre as mudanças mais drásticas estão, 36,5% dos brasileiros mudaram seus trajetos habituais e 35,6% deixaram de sair à noite. Ainda, de acordo com informações do relatório, o país vive sob um cálculo permanente de autoproteção, mas esse custo social é distribuído de forma desigual: mulheres e cidadãos das classes D/E enfrentam um medo mais intenso e abrangente.